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Porém, na última quarta-feira (11), a Câmara dos Deputados cassou seu mandato de Flordelis por quebra de decoro. De acordo com informações do jornal, o pedido de prisão relata que, além da gravidade da atividade criminosa, a ex-deputada orientou os outros réus para que o celular do marido fosse achado e suas mensagens comprometedoras fossem apagadas.
Além disso, poucos dias depois do crime, ela também pediu para que os outros réus queimassem as roupas com possíveis vestígios forenses. A ex-deputada também deu treinamento aos réus e testemunhas que foram intimados.
- 15/02/2026 - Itapecerica/MG
O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a prisão preventiva da ex-deputada federal Flordelis dos Santos Souza. A informação é do O Globo.
Ela e outras dez pessoas foram denunciadas pela morte de Anderson do Carmo de Souza em 2019. A vítima era marido dela. Na época dos fatos, Flordelis não teve sua prisão pedida por possuir imunidade parlamentar.
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Porém, na última quarta-feira (11), a Câmara dos Deputados cassou seu mandato de Flordelis por quebra de decoro. De acordo com informações do jornal, o pedido de prisão relata que, além da gravidade da atividade criminosa, a ex-deputada orientou os outros réus para que o celular do marido fosse achado e suas mensagens comprometedoras fossem apagadas.
Além disso, poucos dias depois do crime, ela também pediu para que os outros réus queimassem as roupas com possíveis vestígios forenses. A ex-deputada também deu treinamento aos réus e testemunhas que foram intimados.
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Porém, na última quarta-feira (11), a Câmara dos Deputados cassou seu mandato de Flordelis por quebra de decoro. De acordo com informações do jornal, o pedido de prisão relata que, além da gravidade da atividade criminosa, a ex-deputada orientou os outros réus para que o celular do marido fosse achado e suas mensagens comprometedoras fossem apagadas.
Além disso, poucos dias depois do crime, ela também pediu para que os outros réus queimassem as roupas com possíveis vestígios forenses. A ex-deputada também deu treinamento aos réus e testemunhas que foram intimados.
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