“Tenho ódio de me misturar com gentalha como você. No dia que eu te ver na rua, gentalha, vou cuspir na sua cara”. O áudio revoltando foi enviado pelo cerimonialista após a trabalhadora desmarcar o combinado. O BHAZ entrou em contato com Valeriano, que disse que Maria José, a quem chama de Zezinha, é uma pessoa que trabalha na casa dele esporadicamente.
“Em um momento de nervoso, eu mandei um áudio para ela. Eu não postei em redes sociais, não a difamei, não a caluniei. Mandei para ela um áudio realmente ridículo. Não é o meu perfil. Quem me segue nas redes sociais, sabe que durante a pandemia, eu, com minha humilde vida, pude ajudar muitas famílias”, explica Valeriano.
- 29/11/2025 - Itapecerica/MG
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Um cerimonialista tornou-se alvo de críticas depois de humilhar uma diarista. Tudo ocorreu após a trabalhadora avisá-lo que não poderia trabalhar na data combinada, em Anápolis (GO), na sexta-feira (6). Em áudios divulgados por Maria José de Souza Marques, de 54 anos, é possível notar a forma agressiva e desrespeitosa com a qual Valeriano Pinto Coelho Filho, 59, a trata. A Polícia Civil foi acionada para investigar o caso.
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“Tenho ódio de me misturar com gentalha como você. No dia que eu te ver na rua, gentalha, vou cuspir na sua cara”. O áudio revoltando foi enviado pelo cerimonialista após a trabalhadora desmarcar o combinado. O BHAZ entrou em contato com Valeriano, que disse que Maria José, a quem chama de Zezinha, é uma pessoa que trabalha na casa dele esporadicamente.
“Em um momento de nervoso, eu mandei um áudio para ela. Eu não postei em redes sociais, não a difamei, não a caluniei. Mandei para ela um áudio realmente ridículo. Não é o meu perfil. Quem me segue nas redes sociais, sabe que durante a pandemia, eu, com minha humilde vida, pude ajudar muitas famílias”, explica Valeriano.
“Tenho ódio de me misturar com gentalha como você. No dia que eu te ver na rua, gentalha, vou cuspir na sua cara”. O áudio revoltando foi enviado pelo cerimonialista após a trabalhadora desmarcar o combinado. O BHAZ entrou em contato com Valeriano, que disse que Maria José, a quem chama de Zezinha, é uma pessoa que trabalha na casa dele esporadicamente.
“Em um momento de nervoso, eu mandei um áudio para ela. Eu não postei em redes sociais, não a difamei, não a caluniei. Mandei para ela um áudio realmente ridículo. Não é o meu perfil. Quem me segue nas redes sociais, sabe que durante a pandemia, eu, com minha humilde vida, pude ajudar muitas famílias”, explica Valeriano.
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