Pela segunda vez em menos de seis meses os militares estão preocupados com a situação em que foram colocados pelo governo: chamados a resolver crises sem que as Forças Armadas estejam aparelhadas para isso.
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Estadão ouviu de um alto integrante da cúpula das FAs que na greve dos caminhoneiros, assim como na intervenção federal do Rio, o governo jogou a crise no colo dos militares e que os problemas poderiam ter sido evitados se houvesse planejamento.