O portal UOl, por exemplo, foi um dos veículos que repercutiram largamente a informação de que “Bolsonaro decide não participar de novos debates com adversários“. Todavia, a própria matéria informa que a suposta declaração foi transmitida por Gustavo Bebiano, presidente do PSL, e não pelo candidato. Ou seja, o título não corresponde à realidade, já que Bolsonaro não fez tal afirmação.
Com um pouco mais de atenção, observa-se que o “não participar” se referiu, na verdade, ao embate que promovido pela Jovem Pan e não aos demais. Mas o título da matéria, entretanto, faz o leitor entender de forma generalizada a não participação, como também fizeram o G1, o EXTRA e a VEJA com o título “Bolsonaro não deve mais participar de debates com adversários“.
Agora a informação divulgada é outra. Tanto a VEJA como o UOL, por exemplo, dizem que “Bolsonaro recua..“, decidindo participar dos debates. A matéria apresenta um jogo de disse-me-disse, fazendo parecer uma coisa com a fala do presidente do PSL, Gustavo Bebiano, e outra com a opinião do próprio Bolsonaro.
A intenção obvia nisso é confundir o leitor através da indução de pensamento mediante o título da matéria. Uma vez lido o título, o leitor desatento já possui uma conclusão, especialmente se não tiver o trabalho de ler o conteúdo da “reportagem”, o que a maioria não faz.
- 30/11/2025 - Itapecerica/MG
Não são uma, duas ou três matérias abordando cada passo do presidenciável Jair Bolsonaro, mas várias por dia, publicadas por veículos como o UOL, o portal G1, VEJA, Folha e Estadão, apenas como exemplo, todas trazendo informações com alguma distorção, omissão ou má interpretação dos fatos relacionados ao candidato.
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O portal UOl, por exemplo, foi um dos veículos que repercutiram largamente a informação de que “Bolsonaro decide não participar de novos debates com adversários“. Todavia, a própria matéria informa que a suposta declaração foi transmitida por Gustavo Bebiano, presidente do PSL, e não pelo candidato. Ou seja, o título não corresponde à realidade, já que Bolsonaro não fez tal afirmação.
Com um pouco mais de atenção, observa-se que o “não participar” se referiu, na verdade, ao embate que promovido pela Jovem Pan e não aos demais. Mas o título da matéria, entretanto, faz o leitor entender de forma generalizada a não participação, como também fizeram o G1, o EXTRA e a VEJA com o título “Bolsonaro não deve mais participar de debates com adversários“.
Agora a informação divulgada é outra. Tanto a VEJA como o UOL, por exemplo, dizem que “Bolsonaro recua..“, decidindo participar dos debates. A matéria apresenta um jogo de disse-me-disse, fazendo parecer uma coisa com a fala do presidente do PSL, Gustavo Bebiano, e outra com a opinião do próprio Bolsonaro.
A intenção obvia nisso é confundir o leitor através da indução de pensamento mediante o título da matéria. Uma vez lido o título, o leitor desatento já possui uma conclusão, especialmente se não tiver o trabalho de ler o conteúdo da “reportagem”, o que a maioria não faz.
O portal UOl, por exemplo, foi um dos veículos que repercutiram largamente a informação de que “Bolsonaro decide não participar de novos debates com adversários“. Todavia, a própria matéria informa que a suposta declaração foi transmitida por Gustavo Bebiano, presidente do PSL, e não pelo candidato. Ou seja, o título não corresponde à realidade, já que Bolsonaro não fez tal afirmação.
Com um pouco mais de atenção, observa-se que o “não participar” se referiu, na verdade, ao embate que promovido pela Jovem Pan e não aos demais. Mas o título da matéria, entretanto, faz o leitor entender de forma generalizada a não participação, como também fizeram o G1, o EXTRA e a VEJA com o título “Bolsonaro não deve mais participar de debates com adversários“.
Agora a informação divulgada é outra. Tanto a VEJA como o UOL, por exemplo, dizem que “Bolsonaro recua..“, decidindo participar dos debates. A matéria apresenta um jogo de disse-me-disse, fazendo parecer uma coisa com a fala do presidente do PSL, Gustavo Bebiano, e outra com a opinião do próprio Bolsonaro.
A intenção obvia nisso é confundir o leitor através da indução de pensamento mediante o título da matéria. Uma vez lido o título, o leitor desatento já possui uma conclusão, especialmente se não tiver o trabalho de ler o conteúdo da “reportagem”, o que a maioria não faz.