Delegado do caso da escrivã encontrada morta em Antônio Carlos (MG) é denunciado por omissão

Segundo o órgão, houve omissão na adoção de providências disciplinares contra os envolvidos

O delegado que trabalhava com a escrivã Rafaela Drumond, encontrada morta em Antônio Carlos (MG), foi denunciado por "condescendência criminosa" após a morte da policial.

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) analisou o inquérito da Polícia Civil e entendeu que houve omissão na conduta do delegado, na adoção de providências disciplinares contra os envolvidos na discussão ocorrida dentro da unidade policial. 

"As ofensas proferidas pelo investigador de polícia sofreram o efeito da decadência por não terem sido adotadas, dentro do prazo, as providências exigidas por lei", informa o MPMG.

Relembre o caso

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A escrivã de polícia Rafaela Drumond foi encontrada morta pelos pais dentro de casa na noite do dia 9 de junho em Antônio Carlos. Ela atuava na delegacia da cidade vizinha, Carandaí, e antes de tirar a própria vida havia relatado a uma amiga que estava sendo vítima de assédio moral e sexual no trabalho.

Os superiores hierárquicos de Rafaela Drumond foram afastados da delegacia de Carandaí. Um delegado e um investigador foram transferidos para Conselheiro Lafaiete.

Na última semana a Corregedoria-Geral da Polícia Civil assumiu a responsabilidade pelo inquérito que apura o caso. 

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