PM detalha ação que resultou em morte de adolescente envolvido com o tráfico de drogas em Campo Belo (MG)

Coletiva na 161ª Cia PM esclarece os desdobramentos da ocorrência no bairro São Benedito; corporação reforça a versão de confronto armado

CAMPO BELO (MG) – A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) concedeu, nesta quinta-feira (25), uma entrevista coletiva na sede da 161ª Companhia de Polícia Militar (161ª Cia PM) para prestar esclarecimentos sobre a ação que resultou na morte de um adolescente de 15 anos no bairro São Benedito.

A versão da Polícia Militar

O Tenente Escaminhon, comandante do Grupo Especial de Policiamento em Área de Risco (GEPAR), explicou a dinâmica da operação. Segundo o oficial, a equipe realizava uma incursão estratégica voltada ao combate e repressão do tráfico de drogas na região quando se deparou com três indivíduos.

Conforme relatado pela corporação:

  • Ao receberem a ordem de abordagem, os três suspeitos desobedeceram e empreenderam fuga em direções distintas.

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  • Houve perseguição policial e, em uma área de mata próxima à região conhecida como “Porteira do Zé Covarde”, teria ocorrido um confronto armado.

  • A PM sustenta que o adolescente, que possuía envolvimento com atividades de tráfico, estava armado com um revólver calibre .32 no momento do embate.

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Materiais apreendidos

Durante o trabalho de varredura realizado após o confronto, os militares localizaram diversos itens que, segundo a PM, confirmam a estrutura de vigilância do tráfico no local. Entre os materiais apreendidos estão:

  • Rádios comunicadores, utilizados para monitorar a presença policial e coordenar a venda de entorpecentes.

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  • Carregadores e outros insumos logísticos da rede de tráfico na região.

Repercussão e investigações

A ação policial ganhou visibilidade imediata nas redes sociais após moradores registrarem o momento da abordagem e da perseguição. Diante da gravidade do fato e da circulação das imagens, a Polícia Militar reafirmou que o caso será submetido a um rigoroso processo de apuração.

As autoridades competentes, incluindo a Polícia Civil, realizarão uma análise detalhada da dinâmica da ação e das imagens captadas para que todos os fatos sejam esclarecidos com transparência. O inquérito deverá avaliar se os protocolos operacionais foram seguidos corretamente durante a intervenção.

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