UBERLÂNDIA – Um acidente causado por imprudência ao volante mobilizou equipes de resgate na noite de terça-feira (28), em uma das vias mais movimentadas de Uberlândia. Três policiais militares, que realizavam patrulhamento e procedimentos de rotina, foram atingidos por um veículo de passeio na Avenida Rondon Pacheco, na altura do bairro Cazeca.
O Acidente e o Atendimento
De acordo com o relatório do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG), os militares foram surpreendidos pelo impacto enquanto trabalhavam na via. O atendimento foi imediato, mobilizando a Unidade de Suporte Avançado (USA 02), equipada para casos de maior complexidade.
O estado de saúde das vítimas varia de acordo com a gravidade do impacto:
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Primeiro Militar: Sofreu um trauma torácico.
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Segundo Militar: Apresentou ferimentos significativos em uma das pernas.
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Terceiro Militar: Teve apenas escoriações leves pelo corpo.
Todos os feridos foram encaminhados para a Unidade de Atendimento Integrado (UAI) do bairro Tibery, onde receberam cuidados médicos e passaram por exames complementares para avaliar a extensão das lesões.
Confissão de Imprudência
A condutora do veículo envolvido não sofreu ferimentos e recusou o transporte para unidades de saúde. No entanto, ao ser questionada pelas autoridades no local sobre a dinâmica do atropelamento, a mulher admitiu um erro comum, mas fatal: ela manuseava o aparelho celular no exato momento da colisão.
Segundo o depoimento inicial, a distração fez com que ela não percebesse a presença dos policiais na pista, impossibilitando qualquer manobra defensiva ou frenagem a tempo de evitar o impacto.
Nota Importante: O uso de celular ao volante é uma infração gravíssima segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), gerando multa e pontuação na CNH, além de ser uma das principais causas de acidentes fatais no país.
Impacto no Trânsito
O trecho da Avenida Rondon Pacheco no bairro Cazeca precisou de isolamento parcial para o trabalho da perícia e o socorro das vítimas, gerando lentidão no fluxo de veículos durante o período noturno. A Polícia deve instaurar um inquérito para apurar a responsabilidade da condutora, que poderá responder por lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.