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STJ manda soltar investigador preso durante a 'Operação Fênix'

04/01/2018
Material apreendido durante a megaoperação foi encaminhado para a Polícia Federal
Um investigador da Polícia Civil preso na Operação "Fênix", realizada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), foi solto por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ). 

Hoje em Dia

O policial, lotado em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, deixou a Casa de Custódia, em Belo Horizonte, no último dia 29 de dezembro. Ele responderá o processo em liberdade.
Durante a operação realizada em dezembro de 2017, 39 policiais civis, dos quais nove são delegados, foram presos. Segundo a promotoria, 38 pessoas continuam detidas. Para justificar a soltura do investigado, o STJ argumentou que o policial não pode se ausentar da comarca de Uberlândia sem autorização até o julgamento.
Segundo os advogados do réu, Rogério Inácio de Oliveira e Heitor Rodrigues de Souza Leão, o MPMG denunciou o policial por ter recebido R$ 330 em novembro de 2013. Porém, a defesa alega que o valor não foi de corrupção. Procurada pela reportagem, o MPMG disse que não tem a atualização sobre a operação devido ao recesso, que segue até dia 6 de janeiro.
Megaoperação
Nove delegados e outras 39 pessoas, entre policiais civis, advogados e traficantes foram presos durante uma megaoperação contra corrupção, associação criminosa, roubos e falsidade ideológica. Ao todo, 80 pessoas foram detidas na ação. A Polícia Civil apreendeu ainda documentos, joias, aparelhos celulares, munição de calibre variado e armas.

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A operação Fênix é resultado de três operações distintas: Alibabá, Ouroboros e Efésios. A Alibabá é decorrente das Operações Zeus, deflagrada pela Polícia Civil de Minas em setembro de 2015. Na época, as investigações levaram a duas denúncias pelos crimes de associação para o tráfico de drogas, tráfico ilícito de entorpecentes, associação criminosa, obstrução de Justiça, receptação, adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual, corrupção passiva e corrupção ativa. 
Ainda em 2015, a promotoria desencadeou a segunda fase da operação 100 Anos de Perdão, que resultou no oferecimento de sete denúncias envolvendo roubo agravado - emprego de arma, concurso de pessoas e restrição da liberdade das vítimas -, organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, tráfico ilícito de entorpecentes, falsidade ideológica e porte e comércio ilegais de armas de fogo.
No início deste ano, um novo processo de investigação foi aberto pelo Gaeco em Uberlândia através de delação premiada. Na época, 19 processos investigatórios foram abertos por organização criminosa, associação criminosa, corrupção ativa, corrupção passiva, tráfico ilícito de entorpecentes, porte e posse ilegal de arma de fogo, falsidade Ideológica, estelionato, receptação qualificada, falso testemunho e prevaricação.
STJ manda soltar investigador preso durante a 'Operação Fênix' Reviewed by DestakNews Brasil on 13:10 Rating: 5
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