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Pelo menos 75% dos deputados federais e estaduais de Minas vão tentar a reeleição

04/01/2018
Pelo menos 75% dos deputados federais e estaduais de Minas devem ser candidatos à reeleição neste ano. 

Hoje em Dia


É o que aponta levantamento do Hoje em Dia feito nas últimas semanas, com informações de 50 dos 53 deputados federais e 73 dos 77 deputados estaduais. E quando se leva em consideração os deputados estaduais que pretendem subir de patamar e virar legisladores em Brasília, bem como os federais que buscam disputar outros cargos, como senador, governador ou vice-governador, o percentual de parlamentares que permanecerão na disputa eleitoral chega a pelo menos 90%.
Dentre os deputados federais, um dos principais interessados em voar em outras cercanias é o peemedebista Rodrigo Pacheco, que costura uma ida para o DEM para ser cabeça de chapa na disputa pelo Palácio da Liberdade. A depender das circunstâncias, Pacheco também poderia aceitar o cargo de vice-governador ou ser candidato ao Senado, numa composição com outras lideranças de oposição ao governador Fernando Pimentel (PT).
Outro que pretende abandonar a companhia dos demais 512 deputados federais é o tucano Bonifácio Andrada (PSDB).O atual líder do clã de políticos que está no poder desde os tempos do Brasil Imperial deve ceder espaço ao filho Lafayette de Andrada (PSD), hoje deputado estadual.
Além disso, aos 87 anos, Bonifácio pretende pleitear uma vaga no Senado, após cumprir dez mandatos como deputado federal – ele está na Câmara desde 1979.

Outro octogenário (81 anos) cuja saída da Câmara a favor do filho vinha sendo especulada, Mauro Lopes (PMDB) afirma agora que partirá para mais uma reeleição. A possibilidade era a de que ele cedesse espaço para o hoje presidente da Assembleia Legislativa Adalclever Lopes (PMDB). No entanto, o braço-direito de Fernando Pimentel deve acabar na posição de candidato a vice-governador ou senador na chapa governista à reeleição.
O Senado, aliás, também segue na mira de vários parlamentares de esquerda, como a deputada federal Jô Moraes (PCdoB). “É algo já conversado a nível nacional pelo PCdoB, inclusive já colocado ao governador Pimentel”, diz. Reginaldo Lopes e a companheira de partido Marília Campos, hoje deputada estadual, também têm ambições de ocupar uma cadeira na Casa. “Estou me organizando para senador ou a reeleição a deputado”, Reginaldo Lopes.
No levantamento com os parlamentares mineiros da Câmara dos Deputados, apenas Gabriel Guimarães (PT) e Toninho Pinheiro (PP) afirmaram que não pretendem disputar algum cargo neste ano. O primeiro irá apoiar o pai, o ex-deputado federal Virgílio Guimarães (PT) na candidatura a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Minas – numa campanha casada com o hoje deputado estadual Paulo Guedes (PT), que buscará uma vaga como parlamentar em Brasília. Já Pinheiro prefere não comentar o motivo da não candidatura.

Campanha eleitoral será mais curta e com menos dinheiro
Pelo PSB, o deputado federal Júlio Delgado também diz ter interesse no Senado, bem como na disputa ao governo de Minas – posto almejado, no seu partido, também pelo ex-prefeito de BH, Marcio Lacerda, que segue em caravanas pelo interior do Estado buscando construir alianças.
Ainda entre os deputados federais, uma situação curiosa é a de Bruniele Ferreira Gomes, a Brunny (PR), que está de mudança de domicílio eleitoral da região de Governador Valadares para o Distrito Federal, por onde irá disputar a sua continuidade na Câmara dos Deputados.
Já entre os deputados estaduais, chama a atenção o fato de que três dos oito que buscarão seguir os rumos de Brasília são petistas. Um deles é Rogério Corrêa (PT), que forma a base de sustentação do governo na Assembleia.

Os candidatos de 2018 enfrentarão campanhas mais enxutas em dinheiro, tempos de TV e duração da campanha – aos moldes do que, em escala diferente, aconteceu nas eleições municipais.

Além da proibição de doação de pessoas físicas, o tempo de campanha seguirá de 45 dias – sendo 35 de propaganda em rádio e TV. Assim, os recursos do fundo partidário serão primordiais. “Um desafio de todo candidato que tem mandato é descolar dessa imagem ruim da classe política. O financiamento será um segundo dificultador”, diz o deputado estadual Gustavo Valadares (PSDB), que pretende manter sua cadeira na ALMG.
“A presença nas bases durante todo o mandato, não só durante a campanha, vai fazer a diferença na eleição. Por meio do portal da Transparência, hoje as pessoas conseguem acompanhar a atuação dos parlamentares e ver para onde de fato eles fizeram a destinação de recursos. Ter conseguido dar visibilidade ao trabalho será fundamental”, diz a deputada federal Raquel Muniz (PSD), que também vai tentar a reeleição.

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