Faltou sorte e uma artibtragem mais calibrada. Com bolas na trave e um gol não marcado, o Cruzeiro ficou no 1 a 1 em jogo com o Vitória, na tarde deste domingo, no Barradão, em Salvador, pelo Campeonato Brasileiro.

Hoje em Dia

situação dos dois times no Campeonato, em que o Cruzeiro, agora com 55 pontos e vaga garantida na Libertadores, vem explorando os últimos jogos do torneio para testar jogadores, e o Vitória segue na luta para respirar acima da zona de rebaixamento, se refletiu em campo. Ainda que o time baiano tenha saído na frente, com um um gol de pênalti, o Cruzeiro mostrou mais volume de jogo ao longo da partida.
Primeiro tempo
O Vitória até entrou em campo com o que parecia ser uma proposta ofensiva. Nos primeiros minutos do primeiro tempo o time buscou construir algumas chaneces pela direita, com Patric e o meia Yago. Fábio inclusive fez uma intervenção importante, aos três minutos, ao interceptar uma bola cruzada pelo lateral direita dentro da pequena área, após jogada na linha de fundo.
Porém, o que se viu na primeira metade do segundo tempo foi um jogo truncado no meio de campo. Até que, numa bola espirrada dentro da área do Cruzeiro, o lateral celeste Bryan tocou na bola e o árbitro marcou pênalti. Deivid converteu para o Vitória, chutando firme à direita do gol de Fábio, que caiu para o outro lado. 
Com o gol sofrido, o Cruzeiro cresceu muito, principalmente a partir dos quinze minutos finais do primeiro tempo. O time conseguiu explorar bem caminhos encontrados pelo lado direito do ataque, com Henrique e Galhardo, no entanto, sem conseguir o gol.
Em um desses lances, aos 27 minutos, após trocas de passes entre Henrique e Lucas Romero, o Cruzeiro conseguiu fazer uma boa enfiada de bola para Alisson, mas a bola sobrou nas mãos do goleiro adversário. Pouco depois, em outra boa jogada, Rafinha enfiou para Arrascaeta receber dentro da área. Ele tentou limpar a defesa para bater, mas escorregou e deixa a bola escapar. Na sequência, Bryan, em cobrança de falta, alçou a bola dentro da área, Léo cebeceou para o alto e a bola sobrou para Henrique, que escorou também de cabeça e colocou a bola na parte baixa da trave esquerda de Fernando Miguel.
Logo depois veio a melhor chance celeste do primeiro tempo, com um gol não marcado pela arbitragem. Henrique que recebeu uma enfiada dentro da área, na marca do penalti, chutou forte no travessão, com a bola rebatendo pouco afrente da linha inferior do gol, entrando. No entanto, como a bola voltou para dentro de campo, nem a arbitragem nem os jogadores (que não reclamaram) viram que foi gol.
Durante essa jogada do gol não marcado, o lateral Patric, do Vitória, e Jonata trombaram as suas cabeças e o atacante cruzeirense sofreu corte em uma das pálpebras, tendo que deixar o campo e ser susbstituído pelo meia Élber.
Segundo tempo
No segundo tempo, o Vitória voltou mais equilibrado, mas o Cruzeiro seguiu dominando a posse de bola do jogo, conquistando o empate.
Foram várias as amostras da intensidade cruzeirense. Por volta dos 15 minutos, Alisson rolou pra Bryan pegar com tudo de pé canhoto, acertando a terceira bola na trave do Cruzeiro no jogo. A bola explodiu no travessão do goleiro do Vitória e foi para fora.
Aos 20, Élber partiu para cima da defesa do Vitória e conseguiu uma falta na entrada da área. Arrasceta bateu, mas a bola desviou na barreira.
Na sequência, em uma das melhores chances do Vitória nesta etapa, em lance de contra-ataque Deivid cortou pela esquerda do ataque, entrou na área do Cruzeiro e chutou forte. Fábio, bem posicionado, rebateu para fora da área. Pouco depois, o mesmo Deivid sairia cortando a zaga do Cruzeiro pela diagonal e, de fora da área, tentou encobrir Fábio, que estava um pouco adiantado. A bola passou acima do gol.
Apesar disso, o Cruzeiro manteve a itensidade. Nos últimos quinze minutos do jogo, Mano Menezes sacou Galhardo, colocou Judvan e deslocou Romero para a lateral direita.

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