Vergonha, ansiedade, falta de libido, preconceito, limitações religiosas, tabu, medo. São muitos os obstáculos entre o sexo e o prazer. Felizmente, há também inúmeros caminhos para superar as travas do corpo e da mente e se jogar na intimidade com ele ou ela. 
Um dos mais desafiadores e que vem se tornando popular, inclusive, um verdadeiro olé na falta de entusiasmo, de desejo e até nas disfunções como a impotência, a anorgasmia e a ejaculação precoce, é a massagem tântrica.
A escolha da data comemorativa, celebrada desde o século passado, é uma brincadeira numérica de duplo sentido, que remete a uma posição sexual bastante popular, o famoso 69, listada, inclusive, no Kama Sutra – sexo oral praticado simultaneamente por dois parceiros
Sistema completo voltado para a expansão da sensibilidade e desenvolvimento do orgasmo, a técnica possibilita a cura do corpo, da mente e das emoções. Terapeuta tântrica no Centro Metamorfose, em Belo Horizonte, e renascedora, Cláudia (Prem Sandesha) diz que muita gente procura o método para se conhecer, melhorar a performance ou até por curiosidade. 
As sessões, que duram cerca de uma hora e meia, podem contemplar quatro modalidades diferentes, seguindo um processo de desenvolvimento que varia conforme as respostas corporais de cada um. A ideia é abrir caminho para um novo e mais intenso orgasmo, conhecido como orgasmo expandido ou de corpo inteiro, uma conexão mais forte consigo mesmo e, posteriormente, com o outro. 
“O trabalho deve ser realizado primeiro individualmente para depois, se for o caso, envolver o parceiro. Para relacionar-se com o outro, é preciso conectar-se antes a si mesmo”, detalha a terapeuta.

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