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Queda de avião de Eduardo Campos completa três anos ainda sob dúvidas

13/08/2017

Processo sobre acidente aéreo em Santos que matou candidato à Presidência não tem conclusão

A Tribuna

Candidato à Presidência e mais seis pessoas foram vítimas fatais da tragédia (Foto: Luigi Bongiovanni/AT)

Três anos e poucas soluções. Até o momento, esse é o balanço do acidente aéreo que matou o então candidato à Presidência da República Eduardo Campos (PSB) e outras seis pessoas, no Boqueirão, em Santos. 
Dos 30 processos judiciais iniciados por pessoas que se sentiram prejudicadas pelo acidente de 13 de agosto de 2014, quando um jato Cessna Citation 560XL encontrou um prédio e danificou casas na região das ruas Vahia de Abreu e Alexandre Herculano, 17 ainda aguardam por decisão em varas cíveis de Santos.
A Justiça deu razão às vítimas em apenas seis ações de ressarcimento. Nelas, juízes encontraram indícios para responsabilizar os empresários João Carlos Lyra Pessoa de Melo Filho e Apolo Santana (que exploravam o jato), a AF Andrade Empreendimentos e Participações (que tinha o contrato de leasing da aeronave) e o PSB (como responsável solidário). Os réus recorreram.
Das 30 ações iniciadas em Santos, sete foram consideradas improcedentes — quando a Justiça decide que o pedido formulado pela alegada vítima não deve ser atendido. 

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Dúvida
 
Até hoje, há indefinição quanto às responsabilidades decorrentes do acidente aéreo. A Polícia Federal chegou a instaurar o inquérito 505/2014, para descobrir o que motivou a tragédia. As investigações foram presididas pelo delegado Rubens Maleiner. Desde o acidente, tudo é conduzido sob sigilo.
Uma frente de apuração complementar se deu com o Ministério Público Federal (MPF). Encaminhado à Justiça Federal, o inquérito policial resultou em um processo, também sob segredo.
Aeronáutica
Vários fatores podem ter determinado a queda do avião, segundo relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Entre eles, estão a falta de capacitação da tripulação para operar a aeronave e a escolha de uma rota fora dos padrões previstos. 
De acordo com o Cenipa, nem o piloto Marcos Martins nem o copiloto Geraldo Magela da Cunha tinham feito cursos para pilotar aeronaves do modelo específico. Martins tinha curso para manejar aviões de modelo anterior, mas o copiloto não fez treinamento no tipo de aeronave destruída no dia do acidente. Os padrões de voz do copiloto, que foram gravados durante o voo, demonstraram que ele aparentava fadiga e sonolência.

 

Queda de avião de Eduardo Campos completa três anos ainda sob dúvidas Reviewed by DestakNews Brasil on 15:09 Rating: 5
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