Acusados de assassinar policiais no exercício da função deveriam ter punição mais rigorosa por parte da Justiça. 

Hoje em Dia
Sérgio Barboza Menezes é delegado de carreira da Polícia Federal

Essa é a opinião do secretário de Estado de Segurança Pública, Sérgio Barboza Menezes. Para ele, que é delegado de carreira da Polícia Federal, a necessidade de mudança na legislação ganha força após os recentes casos de assaltos no interior do Estado. 
O crime mais grave ocorreu há pouco mais de uma semana, em Santa Margarida, Zona da Mata. Lá, um banco foi roubado, moradores mantidos reféns e duas pessoas assassinadas, dentre elas, um militar. Quatro suspeitos foram presos.
“Se um policial, quando cumprindo o dever, for abatido, aquele criminoso, homicida, latrocida, bandido, não pode ter progressão de regime. Não pode ter audiência de custódia. Ele tem que ser preso e levado para cumprir pena já desde o início”, afirma Menezes. 
Segundo o secretário, casos de homicídios contra policiais não são “ataques apenas à pessoa, mas à instituição”. Para ele, o Estado é representado por aquele militar. “A primeira defesa do Estado é o policial. A representação, a personificação está naquele policial”. 

A matéria continua após à publicidade.