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O conluio criminoso entre o banco Itaú e Adriana Ancelmo

12/05/2017
De acordo com o Jornal da Cidade, a ex-primeira dama  do Rio de Janeiro Adriana Ancelmo, mesmo encarcerada e com sua conta no Banco Itaú bloqueada por determinação judicial, conseguiu fazer normalmente  uma operação bancária e resgatar uma pequena fortuna da instituição, certamente dinheiro roubado, daí o bloqueio.

O fato demonstra que a ré é bandida de alta periculosidade, desobediente, destemida na prática criminosa e que ainda tem absoluta crença na impunidade.
Por outro lado, fica evidenciado que o Banco Itaú não tem qualquer compromisso com as determinações legais, não tem escrúpulos e não hesita em colaborar com a pilantragem institucionalizada que tomou conta do país.
O Itaú também merece ser punido. Por esta e muitas outras atitudes.

Por Vanessa Mallmann do Jornal da Cidade


De acordo com a matéria do portal G1, a advogada Adriana Ancelmo, mulher do ex-governador Sérgio Cabral, admitiu na tarde desta quarta-feira (10) no Rio que resgatou R$ 1,2 milhão de previdência privada de um dos filhos para custear as despesas da casa no período em que esteve presa no Complexo Penitenciário de Gericino, na Zona Oeste do Rio. A revelação foi feita pela ex-primeira-dama do Rio de Janeiro durante depoimento na Justiça Federal do Rio, relativo ao processo da Operação Calicute.

Segundo Adriana Ancelmo, o resgate foi feito por uma funcionária e o banco não informou que o rendimento estava bloqueado. Quando foi presa, em dezembro de 2016, Adriana Ancelmo teve as contas bancárias bloqueadas pelo juiz Marcelo Bretas da 7ª Vara Federal Criminal.

"Vamos investigar e verificar o que houve. A lei manda bloquear todos os investimentos e contas. A conta dela não poderia receber esse valor. Ela pode perder o direito [a prisão domiciliar]", afirmou o procurador da República Rodrigo Timóteo.

No fim da audiência desta quarta, o juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio pediu para o banco ser noticiado, para dar mais informações sobre o resgate dos recursos.

"Meu gerente disse que não estava sujeito a bloqueio as previdências do meu filho. Num primeiro momento eu precisava me manter, e preciso me manter. Essa é uma questão essencial, não tenho dinheiro em qualquer outro lugar", disse Adriana.

Principais pontos do depoimento


- Adriana Ancelmo afirmou que não recebeu

- A ex-primeira-dama disse também que não comprou R$ 1,8 milhão em joias

- A advogada admite, porém, que ganhou um anel do dono da Delta, Fernando Cavendish, na época amigo de Sérgio Cabral

- Adriana Ancelmo negou que Luis Carlos Bezerra, operador de Cabral, fosse entregar propina em seu escritório. Ela afirma que ele fazia serviços semelhantes aos de office boy e que acompanhava uma obra.
O conluio criminoso entre o banco Itaú e Adriana Ancelmo Reviewed by DestakNews Brasil on 14:16 Rating: 5
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