Ano novo chegando e muita gente ansiosa com o aumento do Salário mínimo, que mesmo que seja um valor baixo, acaba ajudando e muito no orçamento mensal. Nos últimos dias o aumento gerou uma surpresa nos trabalhadores e aposentados: de R$880 o salário mínimo passa a R$ 945,80. O texto foi aprovado e segue para sanção do presidente Michel Temer, entrando em vigor no próximo dia 1º de janeiro. Cerca de 12 milhões de brasileiros ganham um salário mínimo em empregos formais, fora os milhões de aposentados e pensionistas, bem como um número indefinido de trabalhadores informais.
A decisão do aumento não fere os cofres públicos, logo a economia nacional não irá se prejudicar com o reajuste de R$65,80. Com o aumento, os salários mínimos estaduais não poderão pagar menos que o mínimo nacional, exceto nos casos previstos em lei, como quando alguém trabalha só quatro horas por dia.

Medidas contra o desemprego

Apesar de muita gente dizer que o desemprego aumentou com o atual presidente, essa afirmação não passa de um mito. A crise econômica nacional começou a estourar em 2013 e se intensificou a partir de 2014. Com a polarização política e a falta de investimento na economia nacional, centenas de empresas começaram a fechar. Multinacionais começaram a deixar o país e pequenas empresas abriram falência.
No segundo semestre de 2014 e primeiro semestre de 2015, a crise chegou ao ponto de homologações que demoravam no máximo 3 semanas, passaram a demorar entre 3 e 4 meses. Todas as semanas, centenas de trabalhadores eram demitidos, fosse por diminuição dos quadros de funcionários, por fechamento ou mudança das empresas.
Nessa semana, o Palácio do Planalto divulgou algumas medidas para estimular a geração de empregos por parte da iniciativa privada. Dentre as medidas está a redução em 40% do tempo de espera para as empresas que precisam importar e exportar produtos. O lojista também passa a ter o direito de oferecer preços mais baixos para os clientes que aderirem ao cartão de crédito como forma de pagamento da sua compra.
O valor máximo de teto para pequenas e micro empresas se beneficiarem de um financiamento do BNDES passa de R$90 milhões para R$300 milhões. Já os trabalhadores passam a ter acesso a metade do lucro sobre o FGTS. As medidas completas podem ser consultadas no site oficial do Planalto.