Mortes de militar e noiva pode ser crime passional, diz delegado em MG

Vizinho disse ter ouvido briga de casal achado morto em Divinópolis.
Parentes, amigos e vizinhos deverão ser ouvidos ainda nesta semana.

Helena e Gabriel em foto publicada em rede
social (Foto: Facebook/Reprodução)

Crime passional é a principal hipótese investigada pela Polícia Civil no caso do policial militar achado morto junto com a noiva dele em Divinópolis. Isso é o que disse ao G1 nesta terça-feira (15) o delegado Marco Antônio Noronha. Segundo ele, o fato de um vizinho ter escutado o casal brigando durante a noite anterior reforça a tese de que Gabriel Andrade, de 24 anos, tenha atirado contra Helena Pacheco, de 23 anos, e depois cometido suicídio.
Ainda segundo o delegado, parentes, amigos e outros vizinhos do casal deverão ser ouvidos ainda nesta semana. Eles serão questionados sobre possíveis desentendimentos entre os dois. "Precisamos juntar laudos e fazer mais algumas diligências", acrescentou Noronha.
Deverá ser definido nesta quarta-feira (16) se o caso seguirá sob responsabilidade da Delegacia de Mulheres ou da Delegacia de Homicídios. "Acredito que será a de Mulheres, pois tudo indica que tenha sido crime passional, com homicídio seguido de suicídio", frisou.
Ele disse ter ouvido barulho de discussão do casal por volta das 22h30 da noite anterior.
Marco Antônio Noronha, delegado, sobre o depoimento prestado por um vizinho do casal
O depoimento de um vizinho do casal a investigadores ajuda a nortear o trabalho. "Ele disse ter ouvido barulho de discussão do casal por volta das 22h30 da noite anterior", relatou o delegado.
Ainda Noronha, não é possível prever quando a investigação do caso será encerrada, mas  imagina que a conclusão ocorrerá em breve.

Fonte: G1