Explosão deixa ao menos 29 feridos em Nova York na parte sul de Manhattan

De acordo com prefeito da cidade, não há indicação no momento de que tenha sido um atentado terrorista

Com agências

Pelo menos 29 pessoas ficaram feridas na noite desse sábado (17), em Nova York, em uma explosão no bairro de Chelsea, na parte sul de Manhattan. De acordo com o prefeito da cidade, Bill de Blasio, não há indicação no momento de que tenha sido um atentado terrorista. Entretanto, ele declarou que foi um “ato intencional”.
A região onde aconteceu a explosão é muito frequentada por turistas e tem muitos restaurantes. Centenas de pessoas foram vistas correndo e a polícia isolou a área. O Corpo de Bombeiros de Nova York informou que pessoas com ferimentos leves foram transferidas para um hospital.
A explosão ocorreu por volta das 20h30 (horário local, 21h30 em Brasília) na rua 23, entre a Sexta e a Sétima avenida. Testemunhas citadas por veículos de imprensa locais declararam que o que aconteceu foi a explosão de uma bomba dentro de uma lixeira.
A suspeita da polícia é de que a origem da explosão em Chelsea foi uma caixa de ferramentas de construção deixada em frente a um edifício. A informação inicial, corrigida posteriormente, era a de que o dispositivo que provocou a explosão havia sido colocada em uma lata de lixo. "Hoje, a cidade de Nova York experimentou um incidente muito ruim", declarou o prefeito. A maioria dos atingidos sofreu ferimentos leves e deve deixar logo os hospitais onde estão sendo atendidos. Apenas uma pessoa sofreu uma perfuração e demandará mais cuidados médicos.
No Estado de Minnesota, várias pessoas foram feridas em um ataque que envolveu tiroteio e esfaqueamento. O autor foi morto e não havia no início da madrugada informações do que motivou sua ação.
A segurança de Nova York é reforçada ao máximo nesse período do ano, quando a cidade recebe dirigentes de 193 países para a Assembleia Geral da ONU. O brasileiro Michel Temer chega à cidade no fim da tarde deste domingo.
Menos de uma hora depois da explosão, Donald Trump afirmou que se tratava de uma bomba. Hillary Clinton ofereceu ajuda para apoiar os que estão atendendo as vítimas. Também disse que é necessário esperar as conclusões das investigações antes de fazer diagnóstico sobre o que ocorreu.