Dilma diz que labrador Nego foi sacrificado por orientação médica

Estadão Conteúdo

Labrador não pôde acompanhar Dilma por problemas de saúde
A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) divulgou, através de sua assessoria de imprensa, uma nota em que esclarece que o labrador Nego, que vivia no Palácio da Alvorada, foi sacrificado por orientação médica pouco antes da petista deixar o local após ser afastada da Presidência da República.
"Há dois meses, o médico recomendou que fosse abreviado o sofrimento do cão, um dos prediletos de Dilma. Relutante, ela adiou a decisão até pouco antes de deixar o Palácio da Alvorada, na semana passada, e mudar-se para Porto Alegre", diz a nota.

Já a labradora Princesa está com o ex-marido de Dilma, o advogado Carlos Araújo, em Porto Alegre, segundo a nota. Sobre os outros cachorros, os labradores Boni e Galego, Dilma disse que os deixou com amigos que vivem em Brasília.