Suspeito de matar padre em Barbacena/MG, é preso em São Paulo

Corpo de pároco Paulo Sérgio Ribeiro foi encontrado nesta sexta-feira (26).
Homem estava com o carro do padre, roubado após crime.

 Corpo de padre foi encontrado com sinais de
asfixia (Foto: Reprodução/Facebook)

A Polícia Civil prendeu nesta sexta-feira (26), na Zona Sul de São Paulo, um homem suspeito de matar o padre Paulo Sérgio Ribeiro, de 39 anos, em Barbacena(MG). Ele foi encontrado depois que a polícia recebeu denúncias de que ele estaria com o carro da vítima, roubado após a morte do padre.
Segundo a polícia, ele foi detido em uma casa, próxima ao bairro de Jardim Herculano, para onde teria fugido após o crim, por volta das 17h30 desta sexta.
De acordo com a Polícia Civil, as investigações devem seguir para apurar se o suspeito também cometeu algum crime em São Paulo. A corporação ainda aguarda pela decisão da Justiça de Minas Gerais para direcionar o suspeito a um presídio.
Padre é encontrado morto
O corpo do padre Paulo Sérgio Ribeiro, de 39 anos, foi encontrado na tarde desta sexta-feira (26), próximo ao Bairro Borda do Campo, no distrito de Antônio Carlos, em Barbacena. Segundo a Polícia Militar (PM), três menores avistaram o corpo em uma mata e acionaram a polícia.

De acordo com a PM, a perícia foi até o local e ao realizar os trabalhos de praxes identificou a identidade da vítima. Ele estava com uma sacola na cabeça e tinha sinais de asfixia. A polícia ainda informou que ele estava desaparecido desde a noite de quinta-feira (25), quando foi visto saindo com seu veículo de uma reunião no Bairro Caiçaras.
O padre era natural do Espírito Santo e há cinco anos atuava como vigário na Igreja da Penha. Ele também era membro da Congregação Irmãs Passionistas São Paulo da Cruz.
O G1 entrou em contato com a paróquia. Um funcionário que não se identificou lamentou a morte do padre e disse que a igreja irá divulgar uma nota oficial sobre o caso. A PM também informou que o carro da vítima ainda não foi encontrado. A Polícia Civil vai investigar o caso.

Fonte: G1