Apreensões do DOF em 12 meses deram prejuízo de R$ 80 milhões ao crime, veja fotos

Balanço divulgado hoje mostra que em um ano apreensões de drogas somam 64 toneladas, principalmente de maconha.
As ações do DOF (Departamento de Operações de Fronteira) na repressão ao tráfico de drogas resultaram na apreensão de 64 toneladas de entorpecentes nos últimos 12 meses em Mato Grosso do Sul. O prejuízo estimado para os traficantes foi de pelo menos R$ 80 milhões, segundo balanço divulgado na última quinta-feira (23) pela assessoria de comunicação social do departamento, que tem sede em Dourados.
Segundo o DOF, mais uma vez o volume de apreensões na fronteira com o Paraguai e a Bolívia foi recorde, principalmente de maconha, com uma média de 175 quilos por dia.
Além das 64 toneladas de maconha, o DOF apreendeu 540 quilos de cocaína, prendeu 379 pessoas em flagrante por tráfico de drogas e recuperou 124 veículos roubados ou furtados.
Conforme a assessoria do DOF, os números resultaram de nove mil bloqueios policiais em toda a fronteira, que abordaram 193 mil veículos e checaram 200 mil pessoas, sendo que dessas 116 foram presas por serem procuradas pela Justiça.
“Mulas” do tráfico – Outra ação do DOF foi voltada a combater o chamado “tráfico formiguinha”, em que pequenas quantidades de drogas são transportadas principalmente por passageiros de ônibus.
Além da repressão, o departamento trabalha na prevenção através do projeto “Diga Não ao Crime”, que neste ano já fez atendimento através de palestras a 1.300 jovens e adolescentes de 13 a 17 anos, de escolas públicas, particulares e igrejas na região de fronteira. O projeto aborda as consequências criminais do uso de drogas e do tráfico.
“A gestão do DOF, somada ao empenho do governo do Estado e a qualificação dos profissionais que fazem parte da tropa de operacionais da fronteira, torna possível os resultados alcançados, que são muito importantes no combate ao crime nas fronteiras do nosso Estado e ainda mais importante para as regiões que recebem cargas de drogas que saem do Paraguai e da Bolívia”, afirmou o diretor do departamento, Coronel Ary Carlos Barbosa.
 (Foto: Encosto do banco traseiro do veículo é um dos lugares que servem para esconder drogas)
Fonte: Léo Nascimento