Após passar para o semiaberto, Macarrão cumpre pena em Pará de Minas

Ex-braço direito do ex-goleiro Bruno Fernandes, Luiz Henrique Ferreira Romão cumpria pena na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde permanecem apenas presos do regime fechado

O Tempo

Após passar para o semiaberto, Macarrão cumpre pena em Pará de Minas

O ex-braço direito do ex-goleiro Bruno Fernandes, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, condenado a 15 anos de prisão pelo sequestro, cárcere privado e homicídio triplamente qualificado de Eliza Samudio, em 2010, cumpre, desde o dia 3 deste mês, pena no Complexo Penitenciário Doutor Pio Canedo, em Pará de Minas na Grande BH.
Uma decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), divulgada no dia 30 de maio, concedeu a Macarrão o benefício do regime semiaberto. Como o condenado cumpria pena na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, onde permanecem apenas presos do regime fechado, ele precisou ser transferido.
Conforme informou o TJMG, a escolha para qual penitenciária Macarrão seria encaminhado após receber o benefício ficou a cargo da Secretaria de Estado de Defesa Social de Minas Gerais (Seds-MG). Porém a pasta informou que não passa e nem comenta esse tipo de informação.
No dia 3 de junho ele foi encaminhado para o complexo penitenciário de Pará de Minas. A partir da transferência, Macarrão ganhou o direito de deixar a penitenciária durante o dia, com a obrigação de retornar no período da noite. Com isso, ele também conquistou o direito de saída temporária e de realizar trabalhos externos.
Apesar de já ter uma vaga de emprego garantida, Macarrão ainda não começou a trabalhar. "Ele só aguarda a tramitação da permissão para trabalho externo que ocorre na comarca da cidade. Assim que for autorizado, ele terá a carteira assinada", contou o advogado Wesley Vasconcelos, que é um dos defensores.
Assim que liberado, o amigo do ex-goleiro Bruno atuará na venda de vassouras artesanais em um supermercado de Pará de Minas. Ele trabalhará de segunda a sexta, de 7h às 17h.
Macarrão adquiriu o benefício do semiaberto após trabalhar 1.134 dias e concluir 570 horas de estudo entre outubro de 2011 e setembro de 2015. Com isso, o condenado conseguiu com que a Justiça perdoasse 425 dias de pena.

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