UPA Divinópolis pode ter contrato rescindido por Organização Social que a administra, saiba mais


Como já divulgado anteriormente por outro meio de comunicação, também foi confirmado na última sexta-feira (13), com o setor de comunicação da Santa Casa de Caridade de Formiga que existe sim, o interesse daquela Organização Social em romper o contrato que foi formalizado em outubro de 2014. 
Para a administração da Unidade de Pronto Atendimento Padre Roberto (UPA) Segundo Jordana Heloisa, nos últimos meses tanto a administração da Santa Casa, quanto a Secretaria de Saúde de Divinópolis (SEMUSA), estão estudando uma forma de romper o contrato que foi formalizado após a OS ter vencido uma licitação na modalidade pregão, ainda na época que o provedor da Santa Casa, era Geraldo Couto, que posteriormente foi preso por pedido do Ministério Público de Formiga Segundo Jordana o contrato de 5 anos, que começou em 2014 e deveria ir até 2019, foi feito em condições adversas economicamente, por isso a necessidade imperiosa do rompimento do contrato – Em 18 de junho de 2014 o prefeito Vladimir Azevedo fez uma renovação de um contrato que já estava em vigência com a Santa Casa no valor de R$ 660 mil reais por mês, ancorado em um estado de emergência por ele decretado, que o isentava de licitação – Em 5 de outubro de 2014, ou seja, quatro meses após a segunda renovação, foi realizada a licitação em que a Santa Casa pelo valor de R$ 1.599 milhão ganhou o direito de administrar a UPA, por 5 anos. Ocasião em que, em um estranho pregão, Geraldo Couto derrotou a Pro-Saúde, representada por Luciano Bolonha Gonçalves, que ofereceu 1.600 milhão, R$ 1 real de diferença e a Santa Casa de Caridade de Formiga ganhou, levou e agora não consegue manter O Divinews encontrou em contato com a SEMUSA. Contudo, como a Secretaria está em um processo de transição a comunicação não soube informar como estão as conversações, já que o maior entrave para a rescisão é que a Santa Casa não pague a multa rescisória. Na ocasião várias críticas foram feitas em consequência da capacidade do tamanho da pequena OS formiguense em administrar uma unidade de saúde do porte da UPA.   

Fonte: Divinews