MG-050 lidera ranking de acidentes com mortes no Centro-Oeste de Minas

MG-050 lidera ranking de acidentes com mortes em Minas Gerais

O trânsito foi menos violento em Minas Gerais no ano de 2015. O número geral de acidentes caiu assim como o de mortes. Os resultados estão no Diagnóstico de Acidentes de Minas Gerais 2014-2015, produzido pelo Centro Integrado de Informações de Defesa Social (Cinds) da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). O que não mudou foi a posição da MG-050. Mais uma vez, a rodovia que corta Divinópolis fez jus a expressão “rodovia da morte”.

A MG-050 registrou o maior número de mortes em acidentes pelo segundo ano consecutivo, com 46 vítimas em 2015, contra 34 em 2014, alta de 12,4%.  A maior incidência foi verificada no trecho que corta de Divinópolis.

Nos rankings gerais, Divinópolis aparece entre as 10 cidades com mais casos de acidentes. No ranking de mortes no trânsito para os municípios do Estado com mais de 200 mil habitantes em 2015, a cidade aparece em nona posição com 17 mortes, na frente de cidades como Sete Lagoas e Santa Luzia, com 16 cada; Ipatinga, com 12, e Ribeirão das Neves, com 13.

Quando se considera a proporção de mortes em acidentes de trânsito em relação à população, expressa pela taxa de vítimas por 100 mil habitantes, a ordem se altera significativamente. Divinópolis passa para a sexta posição com 7,36 casos. Na sequência aparecem Uberaba, 7,14; Sete Lagoas, 6,89; Betim; 6,23; Belo Horizonte, 5,87; Contagem, 5,55; Ipatinga, 4,66, e Ribeirão das Neves, 3,1. Neste caso inclui acidentes em vias urbanas e também rodovias.

Queda
Apesar dos índices negativos, quando considerado os números absolutos, sendo via urbana e estradas, houve queda na regional de Divinópolis. Somando os 50 municípios que compõe a 7ª Região Integrada de Segurança Pública (RISP) que abrange 1,2 milhão de pessoas, houve queda de 6,21% em casos de acidentes. Em 2014 foram 14.375 acidentes com ou sem vítimas e em 2015, 13.483. Já os registros com vítimas fatais ou graves somaram 870 em 2014 e 868 no ano seguinte, queda de 0,23%.

O conteúdo integral do diagnóstico pode ser consultado no site da Seds